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Fonte: https://oglobo.globo.com/rio/sistema-unico-de-habitacao-22285078


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Sistema Único de Habitação - Jornal O Globo Home menu Rio Rio Ir para a página Assuntos em Destaque ‘Só nos resta rezar’, diz namorado de estudante baleada em assalto na praia Blocos animam o carnaval de rua em quatro pontos da cidade neste domingo Publicidade Em destaque Coluna Washington Fajardo [email protected] A coluna é publicada aos sábados na Editoria Rio Publicidade 13/01/2018 6:39 Sistema Único de Habitação O acesso à moradia digna é um direito que precisa ser priorizado novamente. Essa é uma necessidade para o desenvolvimento sustentável Compromisso de restaurar a Vila Operária da Rua Salvador de Sá, de 1906, antes que desabe. - Washington Fajardo Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, o deputado estadual Marcelo Freixo, entre outras coisas, disse que levou o ativista Guilherme Boulos até a residência da produtora Paula Lavigne para uma reunião. O paulista Boulos lidera movimentos de luta pela moradia social e pela inclusão urbana. A visita à Zona Sul carioca soou como paradoxo para alguns. Muito comentou-se nas redes sociais, com críticas distribuídas a todos.Se mais pessoas, com influência sobre seus pares, abrissem suas casas e, principalmente, seu tempo como fez a senhora Lavigne, poderíamos amadurecer conhecimentos sobre uma chaga nacional que é invisível aos olhos leigos. A elite não pode mais ignorar a desumana ausência de política habitacional no país. O diálogo entre diferentes precisa ser louvado como ato cívico.As denúncias de Boulos são importantes. Contudo é difícil identificar soluções no discurso que não seja a revolução. Se as ocupações de imóveis ociosos também são necessárias, apresentar modos de resolver é fundamental, pois corre-se o risco de transformar o sofrimento das pessoas em massa de manobra ideológica, e isso é tão vil quanto o problema em si.O desejo ainda é por clichês da guerra fria. Atacar a burguesia e a propriedade privada, esquecendo-se da agonia de quem não tem casa. De quem não tem cidade. Métodos caducos para objetivos anacrônicos.A realidade nua e crua é que as administrações do PT não desenvolveram uma política habitacional para o país, apesar da sua história na defesa da reforma urbana. E não será agora que será feito. Este é um assunto para 2019. O risco é que as eleições deste ano serão alimentadas por medo e raiva, não havendo espaço à razão e à leitura de propostas.Pode acontecer de inaugurarmos um novo ciclo, mas continuarmos presos em cidades que maximizam a segregação, reproduzindo eternamente desigualdade territorial, onde o desenho de encaminhamento de propostas se dará pelo outro lado do discurso estatista, ou seja, a moradia acessível resolve-se exclusivamente pelo mercado. Balela.O jeito mais errado de resolver é dizer que caberá somente ao estado a produção habitacional. O Minha Casa Minha Vida foi tempo do país jogado fora. E recursos. Dos R$ 294,5 bilhões colocados no programa entre 2009 e 2016, 98,5% dos financiamentos destinaram-se a construtoras e empreiteiras, e apenas ridículo 1,5% foi para entidades de luta pela moradia. A tipologia recorrente são condomínios fechados, antítese de urbanidade. Os edifícios são mal construídos e mal projetados. Resumindo: são feios. Sem design. Isso implica em acelerada depreciação dessas casas. Estimulou-se a propriedade privada e nenhuma solução de locação subsidiada, como há em todas as cidades mais competitivas do mundo.Vivemos um deserto de práticas. Nosso desafio é grande. Precisamos aprender a fazer. Pois a política habitacional é sistema onde estado e mercado trabalham juntos.Cabe à União clarear conceitos, metas e, se possível, ofertar recursos. Existe um Plano Nacional de Habitação. Vamos segui-lo? Os três níveis de governo precisam interagir para definir as prioridades. Combater a ociosidade das regiões centrais, a degradação dos bairros populares existentes e desenvolver as regiões metropolitanas.Os municípios têm papel decisivo, pois é deles a regulação do solo e do direito de construir. Tanto devem adotar práticas de zoneamento inclusivo, onde planos de bairro precisam prever coeficientes de habitação social, quanto devem desburocratizar a construção. A informalidade é competidora para a produção regular de moradias. Sempre será mais fácil e barato fazer favela do que fazer cidade formal.A Secretaria de Urbanismo do Rio apresentou um novo Código de Obras e Lei de Uso do Solo que pode dinamizar a produção residencial na cidade. Contudo, se não combater a ociosidade de imóveis na região central e em bairros da Leopoldina, por meio do IPTU progressivo, e se não der relevância a programas habitacionais, o tiro pode sair pela culatra. É necessário manter investimentos em urbanização de favelas, apoiar os Pousos, promover assistência técnica para melhorias habitacionais e resgatar a reabilitação de imóveis históricos por meio do Programa Novas Alternativas e do Edital Pro-APAC. Inaugurar programas de locação social.E, como gesto simbólico desse compromisso, restaurar a Vila Operária da Rua Salvador de Sá (foto ao lado), de 1906, antes que desabe.Incidem sobre a construção exigências que não fazem mais sentido, como lei estadual que obriga fazer a instalação de gás, quando essa deveria ser uma decisão da demanda. Gera impacto no projeto arquitetônico e no custo da obra. Enquanto isso, nas favelas muitas casas usam cooktop, o fogão elétrico, pois os cômodos têm dimensões exíguas e a energia é furtada.Precisamos de um SUS da h
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