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Odebrecht Fez Doacoes Ao Sistema Penitenciario Enquanto Marcelo Estava Em Presidio


Fonte: https://oglobo.globo.com/brasil/odebrecht-fez-doacoes-ao-sistema-penitenciario-enquanto-marcelo-estava-em-presidio-22159057


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Odebrecht fez doações ao sistema penitenciário enquanto Marcelo estava em presídio - Jornal O Globo Home menu Brasil Brasil Ir para a página Assuntos em Destaque Reportagem Especial - A Guerra do Brasil: País registra 1 homicídio a cada 10 minutos A cada dia, 30 crianças e adolescentes são assassinados no Brasil Publicidade Em destaque Odebrecht fez doações ao sistema penitenciário enquanto Marcelo estava em presídio Dinheiro e cobertores foram entregues por meio de Conselho de Comunidade de Curitiba, órgão que faz melhorias nas cadeias por Gustavo Schmitt 06/12/2017 19:17 / Atualizado 07/12/2017 17:44 'Japonês da Federal' trabalha na transferência de presídio do empresário Marceo Odebrecht, em julho de 2015 - Geraldo Bubniak / Agência O Globo Publicidade SÃO PAULO - A Odebrecht Engenharia e Construção fez doações para presídios da região metropolitana de Curitiba num período de cerca de dois anos, enquanto o ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht esteve detido no Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais. O GLOBO confirmou as informações que foram antecipadas pelo jornal "Folha de São Paulo" nesta quarta-feira. Por meio de nota, a empresa afirmou que as últimas doações, feitas recentemente, visavam "as festividades de Natal dos encarcerados." A primeira doação da empresa ocorreu no inverno de 2015, quando Marcelo Odebrecht ficou detido no CMP. Na ocasião, foram destinados 700 cobertores para todos os presos da cadeia, onde também ficou detido na ocasião o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari, entre outros presos da operação Lava-Jato. O dinheiro foi repassado pela empreiteira por meio do Conselho da Comunidade de Curitiba, que é vinculado ao sistema penitenciário e que atua em 11 presídios do Paraná por meio de ações de fiscalização e pela garantia da integridade dos detentos. O órgão, que é integrado por membros da sociedade civil que são voluntários, existe há três anos no Paraná e sua criação está prevista ne lei de execuções penais. Corredor do Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba - Reprodução/ TV Globo A advogada aposentada Isabel Mendes, que preside o Conselho, afirmou que a Odebrecht fez "três ou quatro" doações de R$ 5 mil por meio de depósitos identificados. Ela afirmou que os repasses foram registrados e que o conselho prestará contas ao Tribunal de Contas do Estado. Veja também — Conheci o Marcelo numa das visitas que fazemos com frequência aos presos. Quando ele (Marcelo) chegou ao CMP era um inverno rigoroso. Ele se interessou pelo trabalho e a assessoria da Odebrecht nos procurou perguntando se poderíamos receber a doação de 700 cobertores (a custo de R$ 15 cada um) — contou a presidente do Conselho. Publicidade Ela reiterou que o órgão tem atribuição legal de receber doações de empresas e que essas são revertidas em benfeitorias para os presídios. Mendes disse que nenhuma outra empresa de presos da Lava-Jato, como OAS, UTC e Andrade de Gutierrez, se interessaram em contribuir com o órgão. — O Otávio Azevedo (ex-presidente da Andrade Gutierrez) também conversou com a gente, mas não doou. O Léo Pinheiro (ex-presidente da OAS) sempre foi muito simpático, assim como o ex-deputado Eduardo Cunha. Mas nunca houve interesse da parte deles dois em ajudar o conselho — contou Isabel Mendes, acrescentando: — Não se pode criminalizar as doações aos presídios. Podemos receber legalmente. Ontem entreguei um cheque de R$ 9 mil para comprar livros e cadernos para presos que fazem o Enem. Nem o básico o estado fornece. O que fazemos é fiscalizar os presídios para ajudar a melhorar as condições. O conselho chegou a comprar nove geladeiras para o complexo de Pinhais, onde estavam presos da Lava Jato. No entanto, Isabel Mendes nega que a compra tenha ocorrido por meio dos recursos da Odebrecht. Ela disse que o dinheiro recebido da empreiteira foi aplicado em melhorias de todos o sistema penitenciário e não somente do CMP. A Odebrecht Engenharia e Construção informou que as doações ocorreram "no âmbito do seu programa de contribuições de natureza social, em reconhecimento ao trabalho realizado pela entidade junto ao sistema carcerário do Paraná." Complexo Médico Penal de Pinhais, no Paraná - Albari Rosa / Agência O Globo DEPEN DISSE QUE DESACONSELHOU DOAÇÕESO diretor do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), Luiz Alberto Cartaxo, disse desconhecer as doações da Odebrecht aos presídios. Cartaxo afirmou que desaconselhou a presidente do Conselho a aceitar repasses de empresas de presos da Lava-Jato. Publicidade Isabel Mendes disse não lembrar do pedido de Cartaxo. O diretor do Depen esclareceu que recebe as doações do Conselho, mas que não verifica a origem dos recursos. No final de setembro, a empresa ajudou a viabilizar o encontro estadual dos conselhos da comunidade no Paraná. O evento aconteceu no Museu do Olho, projetado por Oscar Niemeyer, entre os dias 22 e 25 de setembro. Marcelo Odebrecht está preso na carceragem da PF em Curitiba. Ele deve sair da cadeia no dia 19, quando passará a cumprir prisão domiciliar. Publicidade Anterior Câmara aprova lei que aumenta pena para motorista alcoolizado que causar morte Próxima Em carta de despedida a tucanos, Aécio diz que irá provar inocência Newsletter As principais notícias do dia no seu e-mail. Receber Já recebe a newsletter diária? Veja mais opções. Digite as letra
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